Mês: fevereiro 2019

Benefícios da manteiga de cacau para o corpo!

Vocês só pensam em manteiga de cacau quando seus lábios racham, ou nas delícias que o cacau nos proporciona na forma de barras de chocolate? Então, tá mais do que na hora de ampliar os horizontes e descobrir o que a indústria da cosmética já descobriu faz tempo: os benefícios da manteiga de cacau para hidratar nosso corpo. Vamos juntas!

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Manteiga de cacau e suas propriedades
A manteiga é extraída da semente do cacau, tem cor clara, cheiro e sabor bem suave de chocolate.

Ela é rica em polifenóis, ômega 9 e ácidos graxos. Com propriedades antioxidantes, hidratantes, emolientes e fator de proteção 10, ela forma uma barreira protetora na pele que mantem a hidratação natural e a reposição lipídica da pele.

Na indústria cosmética ela, muitas vezes, aparece associada à vitamina E, para aumentar seu poder de regenerar as células e hidratar. Seu cheiro também libera endorfina no cérebro, o que dá sensação de bem estar e prazer.

Manteiga de cacau e seu uso
Ela aparece como princípio ativo de diversas linhas de produtos para pele e cabelo, como creme hidratante corporal, protetor labial, shampoo, condicionador, máscaras de hidratação capilar e sabonetes.

No caso específico de proteção labial, principalmente no inverno, quando a pele sensível dos lábios fica ressecada e rachada, a melhor indicação é de produtos que tenham na formulação manteiga de cacau, ou outros óleos (amêndoas, jojoba, karité e ceras) associados com a vitamina E para maior recuperação do tecido.

Podemos dizer que a manteiga de cacau é um ingrediente interessante para os cuidados com a pele, principalmente no inverno, quando a temperatura e umidade do ar ficam mais baixas e propiciam um maior ressecamento da pele, e o fato dela mexer com nossos sentidos, por conta do cheiro agradável, pode fazer a diferença na hora da escolha.

Resenha – Óleo corporal Paixão: Sedutora!

Eu AMO óleo corporal, vocês não tem nem ideia. Acho mais prático/eficiente que creme, sabe? Pra minha pele que é tão seca que só falta rachar, o óleo é ideal.
Eu estava dando uma voltinha no mercado (quem nunca) e parei na seção dos óleos. A maioria deles custava de 25 reais pra cima, menos o da Paixão, que estava 15 e pouco. Na hora já chamou a atenção, né! Enfim, depois de analisar todas as versões dele (tem “potinhos” de varias cores com cheiros bem diferentes), peguei o que tinha o cheiro mais gostoso.

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O óleo da Paixão promete hidratar a pele sem deixar com aquele aspecto de “fritar pastel” de tão oleosa, sabe? Não deixa a pele grudenta, nem pesa. Ele hidrata e perfuma.

Ele é amarelinho e tem uma textura bem levinha. E ele rende muuuito mesmo, duas gotinhas você passa bem nos dois braços.
O legal dele é que você pode enxaguar ou não, a escolha é sua. Se você enxaguar, o cheiro fica mais suave, se não, fica mais marcante. Eu curto passar depois de deligar o chuveiro, com a pele molhada mesmo, e depois secar bem com a toalha.

O aplicador (tá certo esse nome?) é bem básico. É importante ter cuidado na hora de pegar, e não apertar, pra não sair muito.
Agora, minha parte favorita: O cheiro!
Esse óleo tem um cheiro maravilhoso. Não sei bem descrever, mas como diz na embalagem é bem “sedutor”. Sabe aquele cheiro de mulher confiante? Sei lá, pra mim tem cheiro de gente que sabe o que quer da vida (a mais profunda né). O cheiro fica na pele por umas 8 horas depois de passar. Não é um cheiro que atrapalhe o uso dos outros perfumes, ele se mistura com o cheiro da sua pele.

A composição do bonitinho:

Eu achei ótimo. Hidratou bem minha pele e de quebra deixou cheirosa. Por não ser caro, vale bem o preço. A embalagem é super bonitinha, fora que hidratante/óleo Paixão é bem conhecido né? Tem em todo mercado e já tem historia haha. Eu lembro de quando era com a tampa redonda, aqui em casa seeeempre tinha.

5 receitas de peeling caseiro para cada tipo de pele

Entre os benefícios do peeling caseiro está a prevenção de rugas e flacidez, a formação de colágeno e a melhora da circulação sanguínea da pele

O peeling é uma exfoliação da capa externa da pele, que realizamos para eliminar células mortas que se acumulam e dão um aspecto apagado ao rosto. De fato, diariamente eliminamos mais de 30.000 células mortas da pele.

Entre os benefícios do peeling caseiro está a prevenção de rugas e flacidez, a formação de colágeno e a melhora da circulação sanguínea da pele.

Vamos te ensinar algumas receitas de peelings para você nem precisar gastar dinheiro com esteticista. Anote!

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Como aplicar um peeling?

Aplique um pouco do peeling na região previamente lavada e sem secar, e massageie suavemente em círculos, abrangendo toda a área que quer tratar, evitando as partes sensíveis, tais como o contorno dos olhos. Se o peeling for feito nas coxas ou glúteos, pode-se pressionar estas regiões com um pouco mais de força, até notar que a circulação está se ativando.

Deixe os ingredientes atuarem durante um ou dois minutos e lave com água. A pele ficará hidratada devido ao uso dos óleos que adicionarmos às receitas

Pele seca

Peles secas devem ser esfoliadas com muita suavidade e apenas de quinze em quinze dias. Misture o bicarbonato de sódio com azeite de oliva até que fiquem bem homogêneos, ou seja, que o bicarbonato pareça bem tingido pelo azeite.

Pele mista

Peles mistas tem a complicação de apresentarem regiões oleosas e regiões secas, por isso o peeling deverá ser bem suave. Nesses casos, concentre-se um pouco mais na esfoliação das regiões oleosas, que geralmente são aquelas chamadas regiões T (testa, nariz e queixo).

Pele oleosa

A pele oleosa requer um peeling semanal para limpá-la profundamente. Use como base o açúcar, que é um pouco mais grosso do que o bicarbonato, e o misturare com gel de babosa, preferencialmente natural. Adicionaremos também a casca ralada de um limão e, se tivermos, algumas gotas de óleo essencial de limão.

Pele com acne

Peles com acne precisam ser tratadas com delicadeza, já que a acne caracteriza-se como uma pequena infecção, e convém limpar a pele habitualmente para ajudar a eliminar as impurezas.

Useo bicarbonato de sódio misturado com gel de babosa, algumas gotas de óleo de coco e algumas gotas de óleo essencial de árvore do chá ou de palmarosa.

Resto do corpo

A pele do corpo é menos sensível que a da cútis, por isso é mais interessante utilizar um peeling de ação mais profunda. Use como base o sal grosso, que é ideal para massagear o corpo e ao mesmo tempo combater problemas de circulação, celulite e estrias. Misture óleo de coco e, opcionalmente, com óleo essencial de alecrim, que ajudará a ativar ainda mais a circulação.

Antes e depois da bichectomia: veja como ficaram os famosos que fizeram a cirurgia

A bichectomia é um novo procedimento cirúrgico que consiste em retirar a gordura em excesso das bochechas. Confira o antes e depois de alguns famosos!

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A bichectomia é um procedimento cirúrgico que tem feito sucesso no exterior há alguns anos. No Brasil, a moda pegou há pouco tempo e muitas famosas já aderiram. A diferença no rosto entre o antes e depois da bichectomia é o principal motivo pelo qual a cirurgia tem ganhado tantos adeptos.

A bichectomia consiste no afinamento do rosto pela retirada da bola de bichat, ou seja, da gordura que fica acumulada nas bochechas. Em outras palavras, é possível dizer que é uma cirurgia de redução de bochechas. O processo é bem simples e o pós operatório requer 10 dias de repouso, dieta leve e compressas de gelo.

Massagens redutoras funcionam mesmo?

Elas podem melhorar o contorno corporal, mas sozinhas não são capazes de reduzir a gordura localizada

Massagens redutoras e modeladoras visam a redução de medidas e melhora do contorno corporal. Mas será que elas conseguem mesmo fazer isso?

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Normalmente as massagens redutoras mobilizam o tecido, tornando-o menos compacto e maleável por estimular sua circulação e assim trazendo aumento do metabolismo local. Além disso, elas funcionam como um reorganizador tecidual: à medida em que as manobras (que muitas vezes são vigorosas, ritmadas e precisas) são realizadas, as moléculas do tecido se movem, o que gera a maleabilidade do tecido. Com isso, elas podem ser feitas em todo o corpo, enfatizando-se as áreas de maior necessidade ou concentração de gordura localizada.

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Massagem redutora não emagrece
É interessante considerar que não há emagrecimento ou perda de gordura realizados por estas massagens, apenas mudança do contorno corporal. Mas a perda desta gordura pode ocorrer em um tratamento multidisciplinar, com mudanças na alimentação, prática de atividade física e investigação de doenças atreladas ao aumento de peso e acúmulo de gordura em áreas específicas.

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As massagens redutoras e modeladoras podem ser eficientes e trazem até bons resultados no corpo, desde que haja grande comprometimento do indivíduo que irá se expor ao tratamento completo.

Resultados esperados da massagem redutora
O difícil é determinar o quanto de medidas será perdido e qual aspecto visual encontrado após o tratamento com a massagem modeladora, pois dependerá muito das necessidades apresentadas e do verdadeiro motivo pelo qual o tecido se encontra daquele modo.

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Isso será bem estudado a partir de uma criteriosa avaliação, que considerará, inclusive, períodos do mês em que o tecido apresenta-se mais inchado, por exemplo. Necessita-se avaliar se há ou não retenção de líquidos, presença de gorduras localizadas ou diminuição da circulação local, por exemplo, pois as três situações podem estar presentes e interligadas e assim, ao “resolver” uma destas demandas, as outras podem se apresentar de forma menos expressiva ou até inativas.

Normalmente o tecido “mais inflamado” ou ainda aquele que precisa de mais oxigenação, ao receber um estímulo (mesmo simples), apresenta-se mais homogêneo, não por um milagre, mas sim porque a abordagem foi correta e de acordo com a necessidade dele. A mesma coisa ocorre num tecido com circulação local diminuída: ao estimular a melhora de sua circulação, diminui-se a quantidade de líquido retido e consequentemente há perda de medidas locais.

Após um número de sessões traçado para o alcance do objetivo no tratamento proposto, o indivíduo pode fazer manutenções ou se manter ativo ao tratamento a fim de potencializar ou perdurar os resultados. Como opção, é possível manter-se, ao invés de uma ou duas vezes por semana (como durante o tratamento), em intervalos maiores, mas a interrupção total (e até mesmo parcial) pode afetar o resultado depois de um tempo.

Massagens modeladoras machucam?
As massagens apontadas podem não ser recebidas de modo muito confortável, principalmente nas primeiras sessões em que o tecido não está acostumado ao estímulo através das manobras da massagem.

No entanto, essas massagens não precisam ser extremamente dolorosas nem causarem pontos “roxos” nas áreas tratadas, a não ser que o tecido seja muito frágil e mesmo a leveza também traga estes desconfortos. Ainda assim, o aparecimento destes pontos pode indicar um excesso nas manobras propostas utilizadas à este tecido ou até mesmo um dano desnecessário.

É importante considerar que a avaliação do tecido a ser abordado deve ser bem detalhada e considerada na eleição de uma técnica para tratamento. Por exemplo, para tecidos mais flácidos, técnicas como a drenagem linfática manual podem ser uma ótima opção de tratamento e ainda ser eficiente, afastando a possibilidade dos indesejáveis pontos roxos, que podem estar doloridos quando palpados. Tudo dependerá do objetivo que se quer alcançar, por isso o profissional precisa estar habilitado e capacitado tanto para a realização da técnica como para a avaliação e escolha da conduta ideal para cada indivíduo.

Olheiras soluções

O gelo tem efeito anti-inflamatório, melhora a vascularização e o fluxo de sangue da região dos olhos, dando um aspecto mais “acordado”

olhos cansados podem ficar inchados. Tamborile os dedos, em movimentos circulares, de dentro para fora. Cremes anti-olheiras não fazem milagre, mas podem ajudar a hidratar

Antes de aplicar o corretivo tradicional, passe uma versão laranja antes. O colorido ajuda a neutralizar o tom arroxeado, facilitando o trabalho do corretivo cor da pele que virá por cima

A falta de sono não é a única responsável pelas olheiras. A formação óssea da face pode criar uma sombra na área dos olhos que dá a impressão de escurecimento.

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Em algumas pessoas, a região pode ter mais melanina que o restante do corpo (nesses casos, as pálpebras também são mais escuras).

Há também quem tenham muitos vasinhos que transparecem por causa da pele fininha. Nesses casos, não adianta dormir. Procedimentos dermatológicos como laser ou preenchimento com ácido hialurônico podem ajudar a clarear a área.

Varizes, um mal que acomete principalmente as mulheres

As varizes têm uma enorme incidência em todo o mundo, acometendo principalmente as mulheres e aumentando com o avançar da idade. Trazem grandes prejuízos não só para a estética como também para a saúde. Por isso, é importante que se previna o seu aparecimento e que se realize um tratamento adequado quando já estiverem presentes.

Neste artigo:

– O que são varizes e como podem se apresentar
– Fatores predisponentes
– Tratamento cirúrgico e escleroterapia
– Tratamento clínico

O que são varizes e como podem se apresentar.

As varizes superficiais dos membros inferiores constituem uma das doenças mais antigas que se tem relato e atualmente esta presente, em média, em torno de 20 a 30% da população geral. Um estudo epidemiológico realizado em nosso meio observou uma incidência na população estudada de 37,9%, numa razão de 4:1 no sexo feminino. Em outras palavras, em cada 10 pessoas, praticamente quatro delas apresentam algum grau de varizes nos membros inferiores, na grande maioria em mulheres. Esta freqüência elevada na população torna muito importante o diagnóstico e tratamento correto, de acordo com a gravidade do quadro clínico.

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As varizes são veias dilatadas e tortuosas que podem apresentar diversos diâmetros (de menos de um milímetro até mais de um centímetro) e comprimentos e são decorrentes da disfunção das válvulas das veias que resultam no represamento do sangue. Nos casos mais graves as pessoas acometidas podem apresentar edema diário de tornozelo e pé, além de sensação de peso e cansaço nas panturrilhas que piora ao final do dia. Com o passar do tempo, podem apresentar alterações na pele, principalmente na perna e tornozelo, como por exemplo manchas de tonalidade castanho escuro e até úlceras (feridas). Nos casos mais leves ocorrem apenas veias de pequeno calibre, levando somente à alterações estéticas. Elas geralmente ocorrem em grande número e com coloração azul escuro e raramente levam a edema ou sensação de peso nas pernas e pés. Entre os casos mais graves e os mais simples situa-se uma enorme diversidade de alterações.

Fatores predisponentes do desenvolvimento das varizes

Idade. As varizes são muito raras em crianças até 14 anos. A partir da puberdade existe um aumento progressivo da freqüência das varizes com a idade, chegando a atingir mais de 70% das pessoas acima da 70 anos.

Sexo. As varizes atingem consideravelmente mais as mulheres do que os homens, chegando a uma proporção de 4 mulheres para cada homem.

Obesidade. A obesidade é considerada um fator desencadeante das varizes pela maior compressão abdominal, dificultando o retorno do sangue das pernas para o coração, dilatando assim as veias das pernas.

Gravidez. As varizes surgem com grande freqüência já no início da gravidez, devido aos fatores hormonais e posteriormente devido a compressão pelo aumento do útero. Num certo número de mulheres, especialmente na primeira gestação, essas varizes tendem a desaparecer após o parto. Entretanto, em outras mulheres, possivelmente devido a uma predisposição genética, as varizes não desaparecem ou voltam após o parto, aumentando em gestações subseqüentes.

Anticoncepcionais e terapia de reposição hormonal. O uso de hormônio parece aumentar o desenvolvimento das varizes e aumenta o risco de trombose venosa.

Postura no trabalho. O papel da postura durante o trabalho no aparecimento das varizes é ainda muito controverso. Mas estudos sugerem uma maior predisposição para varizes naqueles que trabalham a maior parte do tempo em pé ou sentados do que naqueles que trabalham andando.

Tratamento cirúrgico e escleroterapia

O tratamento específico das varizes depende, fundamentalmente, da veia a ser tratada. Aqueles cordões varicosos, salientes e visíveis, que elevam a pele, e aquelas pequenas veias de trajeto tortuoso ou retilíneo são de tratamento cirúrgico; já as varizes de menor calibre devem ser tratadas pela escleroterapia (injeção de uma solução esclerosante dentro destes vasos). As veias que são retiradas, por estarem doentes, não colaboram para a circulação; ao contrário, sua retirada causa melhoria na drenagem venosa dos membros inferiores, aliviando sintomas e prevenindo as implicações da evolução da doença.

O tratamento cirúrgico pode ser realizado com ou sem a retirada da veia safena, que é definida de acordo com o grau da patologia e auxilio do Duplex Scan (exame de mapeamento das veias). As veias menores são retiradas por pequenos orifícios na pele com a ajuda de uma agulha semelhante a uma agulha de “crochê”, dessa forma a lesão na pele é mínima e sem necessidade de pontos.

A escleroterapia química consiste de injeções de substância irritante no interior das veias que promove a oclusão das veias dilatadas, com ótimos resultados na grande maioria dos casos. Existe ainda a escleroterapia a laser, que também promove a oclusão da veia dilatada pela incidência do raio laser sobre o trajeto venoso.

Devido a grande diversidade dos quadros, cada paciente deve ser tratado de acordo com a complexidade da sua doença. Nos pacientes com indicação de tratamento cirúrgico, na grande maioria das vezes, também ocorre necessidade de complementação do tratamento com escleroterapia porque sempre coexistem varizes de grande e pequeno calibre.

Tratamento clínico

Nos casos em que não está indicado o tratamento cirúrgico ou o paciente não queira ser submetido à cirurgia o tratamento será clínico. É preciso lembrar também que as varizes são uma doença crônica, de caráter evolutivo, sujeitas a recidivas, sejam quais forem os métodos de tratamento empregados, mesmo executados por profissionais experientes. E, em conseqüência deste fato, há necessidade de controles periódicos do paciente.

Medidas gerais:

Evitar ficar em pé ou assentado por tempo prolongado.

Não usar roupas muito apertadas que dificultem o retorno venoso.

Usar preferencialmente calçados com salto em torno de 4cm de altura e com boa base (isto inclui o chamado tipo “anabela”);

Combater a obesidade.

Fazer breves repousos com os membros inferiores elevados, não colocando almofadas ou travesseiros sob os joelhos, a fim de não comprimir as veias aí localizadas.

Praticar exercícios físicos que ativem a musculatura da panturrilha. As ginásticas, a caminhada e esportes como a natação, ciclismo e hidroginástica são especialmente recomendáveis. São contra-indicados, no entanto, todo esporte que exija movimentos bruscos, como o futebol, o tênis, o vôlei e o basquete e aqueles de esforço estático, como o halterofilismo, pois o aumento da pressão abdominal que ele provoca prejudica o retorno venoso.

Meias elásticas e medicamentos.

O uso de meias elásticas é parte importante do esquema terapêutico para varizes. Em muitos casos, e o único recurso de que se dispõe. É importante que a compressão se inicie de manhã, colocando-se a meia ao se levantar e só retirando-a a noite, ao deitar-se. A elasticidade da meia deve ser nos dois sentidos, comprimento e largura. e, ao calçá-la, evitar zonas de estrangulamento, mais fáceis de ocorrerem com meias curtas, em virtude do tecido ser um pouco mais rígido em sua terminação superior. O calcanhar deve ser fechado para permitir uma melhor compressão.

O grau de compressão e a altura da meia dependem do tipo de varizes e de sua extensão no membro. Habitualmente, encontram-se no mercado os seguintes tipos de meias: leve compressão, média compressão, forte compressão. As meias de leve compressão são indicadas para as varizes incipientes e pernas pesadas ou com leve inchaço no final do dia, as de média compressão são indicadas para as varizes da gravidez, varizes não complicadas e inchaço de moderada intensidade. As de forte compressão são indicadas para varizes mais graves e alguns casos específicos. Os tamanhos são: meias curtas, até o terço superior da perna; meias longas, até o terço médio da coxa e meias-calças.

Caberá ao médico orientar o paciente sobre que tipo de compressão usar. O tamanho é determinado pela medida do comprimento do membro e sua circunferência tomada ao nível do tornozelo, panturrilha e terço médio da coxa, preferentemente na parte da manhã.

O uso de vasoprotetores (medicamentos que atuam nas paredes das veias) constitui uma medida para o controle dos sintomas que habitualmente acompanham as varizes, com freqüência utilizados para reduzir a inflamação, diminuir o edema, melhorando a circulação e mantendo a integridade da parede dos vasos. É importante deixar claro que no caso de varizes de membros inferiores a avaliação médica especializada (angiologista/cirurgião vascular) é imprescindível para evitar as complicações e orientar a melhor forma de tratamento da sua doença.